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A verdadeira história das Assembléias de Deus

A verdadeira história das Assembléias de Deus

Observação: O propósito deste texto não é denegrir a imagem da igreja "Assembleia de Deus" mas falar uma verdade escondida atrás das cortinas.

Temos de lembrar que todas as igrejas pentecostais nasceram de uma divisão. No caso da Assembléia de Deus a divisão foi [mais] desonesta [ainda]. Sua origem é uma origem cheia de erros. Tinham mais intenção de "pregar" aos batistas que aos incrédulos. Por onde passavam deixavam um rasto de divisões e mágoas dentro das igrejas de Cristo. Seria isso correto?

A Assembléia de Deus é a mãe e avó de todas as igrejas pentecostais no Brasil (com exceção da Cristã do Brasil). Ela é mãe da Quadrangular, Brasil Para Cristo, Deus é Amor, Só o Senhor é Deus, Casa da Benção e aí a fora. Estas igrejas, por sua vez, são mães de outras igrejas como a IURD, Vida Nova, Internacional da Graça entre muitas outras consideradas neopentecostais. Vejamos abaixo como surgiu a Assembléia de Deus no Brasil. As informações abaixo são tiradas dos livros A História dos Batistas e do Diário de Gunnar Vingren e Daniel Berg, fundadores das Assembléias de Deus no Brasil.

Em 19 de Novembro de 1910 desembarcaram no Brasil dois "pastores batistas". Chamavam-se: Gunnar Vingren e Daniel Berg. Estes dois foram "pastores batistas" nos Estados Unidos, mas devido a apostasia de se unirem ao movimento pentecostal realizado na Rua Azuza 312, em Los Angeles, foram excluídos das igrejas batistas por causarem a divisão dos membros e distúrbios da ordem na igreja. Ao chegarem no Brasil foram apresentados ao pastor Eurico Nelson, o pastor da Igreja Batista de Belém do Pará. Pediram entrada nessa igreja, entrada esta que foi de princípio negada por não terem carta de transferencia (e nem poderiam ter, pois tinham sido excluídos). Omitindo que eram membros excluídos, apresentaram-se como verdadeiros pastores batistas, e isso lhes deu o privilégio de morarem no porão da igreja até conseguirem se instalar em outro lugar. Por aquele tempo o pastor Eurico Nelson precisou viajar para o Sudeste do país, pois veio a uma Convenção Batista. Foi neste tempo que esses dois "pastores" agiram de má fé e causaram um grande problema ao pastor que gentilmente os recebeu.

Sem a presença do pastor, e ajudado por um co-moderador da igreja, José Plácito da Costa, eles conseguiram filiação na igreja, mesmo sem as cartas de transferência. Começaram então a induzir alguns membros a ficarem após o culto a assistir suas reuniões, às quais, eram feitas sem o conhecimento da igreja e no porão onde estavam instalados. Em seus cultos havia muito barulho e êxtases, e alguns começaram a dizer que tinham recebido dos dois pastores o que eles chamam de "batismo com fogo".

Um irmão da igreja, o evangelista Raimundo Nobre, descobriu o caso, e logo comunicou a igreja. Foi feita uma reunião para apurar o caso, e nessa reunião os dois pastores e mais onze membros da igreja foram excluídos, isso no ano de 1910. Segundo o historiador da Igreja Batista de Belém, Antônio B. Almeida, Vingren e Berg continuaram a realizar trabalho de proselitismo entre os membros da Igreja, em lugar de evangelizarem os descrentes (é típico deles). O proselitismo perdurou por toda a sua vida. O próprio Vingren afirma em seu diário que: "Por onde íamos, buscávamos nas igrejas e nas casas dos batistas infundirem o novo batismo". Este "novo batismo" constituía de doar aos crentes já convertidos o "dom de línguas".

O que os fundadores da Assembléia de Deus fizeram foi desonesto. Mentiram que eram batistas quando não eram. Diziam estar em comunhão quando na verdade foram excluídos. Esperaram um pastor viajar para poderem agir de uma forma sorrateira. E pior, dividiram um corpo de Cristo. A Bíblia é .

-Djalma

- Constantino
Fonte: Não há heresias

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