Pular para o conteúdo principal

Os mortos recebem mais flores que os vivos, pois o remorso é mais forte que a gratidão"

"Linda Reflexão"

Quando Davi sabe que seu filho, Absalão, morreu, ele chora dizendo: "Meu filho Absalão, meu filho, meu filho Absalão! quem me dera que eu morrera por ti, Absalão, meu filho, meu filho!" (2Sm 18.33)

Quando Jó soube que seus filhos morreram, ele diz: "O Senhor deu, e o Senhor tirou; bendito seja o nome do Senhor" (Jó 1.21).

Qual o motivo de respostas tão diferentes, para eventos semelhantes? CONSCIÊNCIA!!!

Jó era o pai que zelava pelos seus filhos, sacrificava por eles, investiu sua vida na vida deles. E quando eles morreram, ele sabe que fez o melhor por eles enquanto em vida.

Davi, embora tenha o coração de Deus, nunca conseguiu ter o coração dos filhos. Lidera uma nação mas não consegue liderar seu lar. Derruba Golias mas não consegue derrubar as muralhas relacionais dentro de casa. É o maior rei da história, mas o pior pai da Bíblia.

Ele quer morrer pelo filho, pois nunca viveu para o mesmo. Amou fora do tempo. Gritou quando seu filho não o podia ouvir mais.

Que hoje possamos abraçar quem ainda podemos, amar os que ainda podem receber nosso amor. Perdoe enquanto é tempo.

"Os mortos recebem mais flores que os vivos, pois o remorso é mais forte que a gratidão" (Anne Frank).

Viva pelos que você ama, para não desejar morrer por eles, quando for tarde demais.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

LÍNGUAS DOS ANJOS? O QUE É? EXISTE MESMO?

LÍNGUAS DOS ANJOS? O QUE É? EXISTE MESMO? Muito se discute a respeito de um tal de linguas dos anjos, alguns chegam a afirmar que a lingua dos anjos são as línguas faladas nos círculos pentecostais de hoje "os famosos labaxurias decantarabias" mas será? O texto que me intriga muito é 1 Coríntios 13:1, onde Paulo fala a respeito das línguas dos anjos. Mas afinal, que línguas são essas? Seria esse falar em línguas que vemos muitas pessoas falando nas igrejas e que não entendemos muito bem? (1) O texto em suma é este: “Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine” (1Coríntios 13:1). A primeira coisa a se compreender sobre esse texto é que a Bíblia em nenhum momento menciona que existam línguas (idiomas) especiais que os anjos falam. Sempre que anjos são mencionados conversando com p...

UM CORAÇÃO QUE AMA A PALAVRA DE DEUS

UM CORAÇÃO QUE AMA A PALAVRA DE DEUS “Como mulheres segundo o coração de Deus, queremos crescer em Cristo; mas assim como qualquer tipo de planta, precisamos cultivar um sistema de raíz saudável e poderoso. O desejo do nosso coração é… Florescer…e não fracassar germinar…e não morrer florir…e não murchar Portanto, devemos nos dedicar a desenvolver um sistema de raízes que esteja profundamente firmado no Senhor e na Sua Palavra. Devemos, de maneira voluntária e resoluta, dedicar tempo para a Palavra de Deus – lendo-a, apreciando-a, e (acima de tudo) seguindo-a. Esta prática fará toda a diferença na sua vida, e na minha também! (…) Onde um sistema de raízes eficaz cresce? Sabemos a resposta, não é mesmo? Ele cresce no subsolo. (…) Geralmente nós entendemos tudo ao contrário! Achamos que a vida cristã é feita de...

DIFERENÇAS ENTRE O BATISMO INFANTIL PRESBITERIANO E O BATISMO INFANTIL DA IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA

DIFERENÇAS ENTRE O BATISMO INFANTIL PRESBITERIANO E O BATISMO INFANTIL DA IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA.  A Igreja Presbiteriana do Brasil aplica o batismo infantil aos filhos dos crentes. Mas, a sua base bíblica e teológica difere dos argumentos usados pelos católicos romanos sobre a mesma prática.  Primeiro, o batismo infantil presbiteriano não regenera a criança batizada, mas sinaliza que os filhos dos crentes pertencem à igreja. O batismo infantil católico ele é aplicado aos bebes como uma necessidade para remover o pecado original e, portanto regenerativo ou salvador (o batismo é ex opere operato).  Segundo, o batismo infantil presbiteriano se baseia na doutrina da aliança da graça de Deus. Ele representa o relacionamento de aliança que os cristãos têm com Deus de uma maneira análoga à circuncisão sob a Antiga Aliança.  Como os hebreus trouxeram seus filhos para a circuncisão para simbolizar sua participação no povo da aliança, os cristãos trazem seus filhos...