UMA MÃE AMA PORQUE DEUS A AMOU PRIMEIRO
De fato, o amor inabalável do Senhor é melhor que a vida (Sl 63.3) porque o seu amor nos dá a sua vida. Por causa de seu amor, somos capazes de amar. “Nós amamos porque ele nos amou primeiro” (1Jo 4.19).
É esse amor – o amor de Cristo – que compele mães cristãs a amarem seus filhos. O amor de Cristo em seu coração é o que transborda quando uma mãe fala gentilmente a seus filhos, mesmo quando eles não respondem gentilmente. O amor de Cristo ecoando em sua alma é o que faz com que uma mãe estenda graça aos seus filhos, que conseguem ouvir um saco de batatas fritas sendo aberto do outro lado da casa, mas não conseguem ouvir certas palavras ditas na presença deles, como: “Limpe. Seu. Quarto”. O amor de Cristo nos controla quando falamos as palavras do evangelho de esperança aos nossos filhos vez após vez. O amor de Cristo convence as mães a não viverem para si mesmas, mas a viverem para Jesus, que morreu e ressuscitou por elas (2Co 5.15).
Uma mãe que tem fé em Jesus Cristo ama por causa da esperança preservada para ela no céu (Cl 1.45). Sabemos que isso é verdade porque a Bíblia diz que é verdade. Pessoalmente, outra razão pela qual sei que isso é verdade é porque minha própria mãe me amou de forma sacrificial e incondicional por causa de sua fé em Cristo. A fé na graça futura foi, sem dúvida, o que sustentou o coração da minha mãe no pesadelo que foi a minha adolescência. Eu era uma escarnecedora; ela me amava sinceramente. Eu andei no conselho dos ímpios; ela me amou o suficiente para me dizer que eu estava desgarrada. Eu andava no caminho dos pecadores; ela me amou o suficiente para me contar sobre o perdão de Jesus. Nenhum vale de pesadelo de uma mãe é tão escuro que Jesus não possa suportar seus fardos por todo o caminho.
A esperança na graça futura de Deus por meio de Cristo Jesus é o que mantém o coração de uma mãe firme quando tudo o que ela sente é que está se desfazendo em milhões de pedaços. Sabemos que, por causa do grande amor do Senhor, não somos consumidos, e suas misericórdias não têm fim (Lm 3.22). Mesmo Jeremias, que viu a desolação de sua amada cidade, colocou sua esperança no próprio Senhor Deus e não em suas circunstâncias. Ele reconheceu que as misericórdias de Deus se renovam a cada manhã (Lm 3.23). E essa fé na graça futura de Deus foi o que capacitou Jeremias a dizer: “A minha porção é o senhor, diz a minha alma; portanto, esperarei nele.” (Lm 3.24). Você não ama a forma como a Escritura faz o seu coração ficar abalado com as inescrutáveis maravilhas da glória e ao mesmo tempo seguro? Imagine – o Senhor é a sua porção. Não está convencida? Basta olhar para o que o Pai fez com o seu único Filho (que voluntariamente deu a si mesmo em seu lugar), a fim de que Jesus pudesse fazer de você o tesouro dele, e você pudesse fazer dele o seu.
Estou tentada a apostar tudo o que tenho na mudança de comportamento, cruzar os dedos e esperar o melhor. Mas a salvação para as mães e seus filhos pertence ao Senhor. Nós – todos nós – devemos depositar a nossa confiança no Filho, agarrando-nos à sua cruz, e devemos nos alegrar na esperança da glória de Deus.
De fato, o amor inabalável do Senhor é melhor que a vida (Sl 63.3) porque o seu amor nos dá a sua vida. Por causa de seu amor, somos capazes de amar. “Nós amamos porque ele nos amou primeiro” (1Jo 4.19).
É esse amor – o amor de Cristo – que compele mães cristãs a amarem seus filhos. O amor de Cristo em seu coração é o que transborda quando uma mãe fala gentilmente a seus filhos, mesmo quando eles não respondem gentilmente. O amor de Cristo ecoando em sua alma é o que faz com que uma mãe estenda graça aos seus filhos, que conseguem ouvir um saco de batatas fritas sendo aberto do outro lado da casa, mas não conseguem ouvir certas palavras ditas na presença deles, como: “Limpe. Seu. Quarto”. O amor de Cristo nos controla quando falamos as palavras do evangelho de esperança aos nossos filhos vez após vez. O amor de Cristo convence as mães a não viverem para si mesmas, mas a viverem para Jesus, que morreu e ressuscitou por elas (2Co 5.15).
Uma mãe que tem fé em Jesus Cristo ama por causa da esperança preservada para ela no céu (Cl 1.45). Sabemos que isso é verdade porque a Bíblia diz que é verdade. Pessoalmente, outra razão pela qual sei que isso é verdade é porque minha própria mãe me amou de forma sacrificial e incondicional por causa de sua fé em Cristo. A fé na graça futura foi, sem dúvida, o que sustentou o coração da minha mãe no pesadelo que foi a minha adolescência. Eu era uma escarnecedora; ela me amava sinceramente. Eu andei no conselho dos ímpios; ela me amou o suficiente para me dizer que eu estava desgarrada. Eu andava no caminho dos pecadores; ela me amou o suficiente para me contar sobre o perdão de Jesus. Nenhum vale de pesadelo de uma mãe é tão escuro que Jesus não possa suportar seus fardos por todo o caminho.
A esperança na graça futura de Deus por meio de Cristo Jesus é o que mantém o coração de uma mãe firme quando tudo o que ela sente é que está se desfazendo em milhões de pedaços. Sabemos que, por causa do grande amor do Senhor, não somos consumidos, e suas misericórdias não têm fim (Lm 3.22). Mesmo Jeremias, que viu a desolação de sua amada cidade, colocou sua esperança no próprio Senhor Deus e não em suas circunstâncias. Ele reconheceu que as misericórdias de Deus se renovam a cada manhã (Lm 3.23). E essa fé na graça futura de Deus foi o que capacitou Jeremias a dizer: “A minha porção é o senhor, diz a minha alma; portanto, esperarei nele.” (Lm 3.24). Você não ama a forma como a Escritura faz o seu coração ficar abalado com as inescrutáveis maravilhas da glória e ao mesmo tempo seguro? Imagine – o Senhor é a sua porção. Não está convencida? Basta olhar para o que o Pai fez com o seu único Filho (que voluntariamente deu a si mesmo em seu lugar), a fim de que Jesus pudesse fazer de você o tesouro dele, e você pudesse fazer dele o seu.
Estou tentada a apostar tudo o que tenho na mudança de comportamento, cruzar os dedos e esperar o melhor. Mas a salvação para as mães e seus filhos pertence ao Senhor. Nós – todos nós – devemos depositar a nossa confiança no Filho, agarrando-nos à sua cruz, e devemos nos alegrar na esperança da glória de Deus.

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