UMA CILADA DOS JUDEUS CONTRA PAULO
Na manhã seguinte alguns judeus se ajuntaram e juraram que não iam comer nem beber nada enquanto não matassem Paulo. Os homens que combinaram fazer isso eram mais de quarenta. Eles foram falar com os chefes dos sacerdotes e com os líderes do povo e disseram: Nós fizemos o seguinte juramento: “Que Deus nos amaldiçoe se comermos ou bebermos qualquer coisa enquanto não matarmos Paulo.” Agora vocês e o Conselho Superior, mandem pedir ao comandante que traga Paulo aqui. Digam que estão querendo examinar melhor o caso dele. Então, antes que ele chegue, nós estaremos prontos para matá-lo.
Mas o filho da irmã de Paulo ficou sabendo do plano; ele entrou na fortaleza e contou tudo a Paulo. Então Paulo chamou um dos oficiais e disse:
Leve este moço ao comandante. Ele tem uma coisa para contar a ele.
O oficial levou o moço ao comandante e disse:
Aquele preso que se chama Paulo mandou me chamar e pediu que eu trouxesse este moço porque ele tem uma informação para o senhor. O comandante pegou o moço pela mão, levou-o para um lado e perguntou:
O que é que você tem para me contar?
Ele respondeu:
Alguns judeus combinaram pedir ao senhor que leve Paulo amanhã ao Conselho Superior, com a desculpa de quererem examinar melhor o caso dele. Mas não acredite nisso, pois mais de quarenta deles vão ficar escondidos esperando Paulo para o matar. Todos eles fizeram este juramento: “Que Deus nos amaldiçoe se comermos ou bebermos qualquer coisa antes de termos matado Paulo.” Eles estão prontos para cumprir o juramento e esperam apenas saber o que o senhor vai resolver.
Então o comandante respondeu:
Não diga a ninguém que você me contou isso. E mandou que o moço fosse embora.
Atos 23:12-22
O que acontecerá agora? Como continuará o caso? A solução chega, como, de forma totalmente inesperada, e justamente por parte dos inimigos mortais de Paulo. Precisamos outra vez imaginar concretamente a situação em Jerusalém. Quando mais tenso e acalorado o sentimento nacionalista e religioso do povo judeu, acercando-se do grande levante, tanto mais incapaz ele ficava de fazer ponderações tranquilas e justas. Veredictos radicais como “traidor”, “inimigo do povo” eram acolhidos com paixão e incendiavam o ódio. E o “Acaba com ele!” não se restringia a desejo e gritaria. Levavam isso dura e fanaticamente a sério. Devido o fracasso do Sinédrio no caso, a decisão é agir por conta própria. Mais de quarenta homens fazem o juramento de que serão malditos se comerem ou beberem algo antes de terem assassinado Paulo. Contudo, como chegar a ele? Muito simples: o próprio comandante deseja decifrar qual é o problema com esse Paulo. Por isso lhe prometem uma segunda reunião do Sinédrio, melhor organizada, para investigar a questão. Pedem que envie Paulo a essa reunião. No curto trajeto romperiam inesperadamente pela fileira de soldados que escoltam Paulo, apunhalando-o. Ainda que um ou outro deles sucumba ao golpe de uma espada romana, os sicários também são capazes de morrer, desde que libertem Israel de uma mácula dessas. Naturalmente é necessário que para isso se obtenha a ajuda do Sinédrio, que precisa dirigir-se ao tribuno. Em geral os saduceus, simpatizantes dos romanos, não aprovavam as ações dos sicários, o homicídio direto contrariava toda a sua maneira “refinada” e “civilizada”. No entanto, eles mesmos ficariam de fora da ação. O homicídio aconteceria “antes que Paulo chegue” até vocês. Também eles alimentavam ódio contra Paulo. Por isso, concordam com o plano, ainda mais que era pouco sábio opor-se aos terroristas.
O plano foi elaborado com astúcia e representava um perigo mortal para Paulo. Contudo Deus é capaz de proteger seus mensageiros. Quando quarenta fanáticos fazem um juramento, não é possível manter sua decisão em segredo. O filho de uma irmã de Paulo fica sabendo do atentado e procura relatar a Paulo. Paulo tem permissão de receber a visita do sobrinho. Logo após um dos centuriões leva o jovem até o tribuno. O comandante teve transtornos de sobra com esse estranho prisioneiro e decide transferi-lo imediatamente ao governador em Cesaréia, que é o único competente para tomar uma decisão nessa questão confusa.
Na manhã seguinte alguns judeus se ajuntaram e juraram que não iam comer nem beber nada enquanto não matassem Paulo. Os homens que combinaram fazer isso eram mais de quarenta. Eles foram falar com os chefes dos sacerdotes e com os líderes do povo e disseram: Nós fizemos o seguinte juramento: “Que Deus nos amaldiçoe se comermos ou bebermos qualquer coisa enquanto não matarmos Paulo.” Agora vocês e o Conselho Superior, mandem pedir ao comandante que traga Paulo aqui. Digam que estão querendo examinar melhor o caso dele. Então, antes que ele chegue, nós estaremos prontos para matá-lo.
Mas o filho da irmã de Paulo ficou sabendo do plano; ele entrou na fortaleza e contou tudo a Paulo. Então Paulo chamou um dos oficiais e disse:
Leve este moço ao comandante. Ele tem uma coisa para contar a ele.
O oficial levou o moço ao comandante e disse:
Aquele preso que se chama Paulo mandou me chamar e pediu que eu trouxesse este moço porque ele tem uma informação para o senhor. O comandante pegou o moço pela mão, levou-o para um lado e perguntou:
O que é que você tem para me contar?
Ele respondeu:
Alguns judeus combinaram pedir ao senhor que leve Paulo amanhã ao Conselho Superior, com a desculpa de quererem examinar melhor o caso dele. Mas não acredite nisso, pois mais de quarenta deles vão ficar escondidos esperando Paulo para o matar. Todos eles fizeram este juramento: “Que Deus nos amaldiçoe se comermos ou bebermos qualquer coisa antes de termos matado Paulo.” Eles estão prontos para cumprir o juramento e esperam apenas saber o que o senhor vai resolver.
Então o comandante respondeu:
Não diga a ninguém que você me contou isso. E mandou que o moço fosse embora.
Atos 23:12-22
O que acontecerá agora? Como continuará o caso? A solução chega, como, de forma totalmente inesperada, e justamente por parte dos inimigos mortais de Paulo. Precisamos outra vez imaginar concretamente a situação em Jerusalém. Quando mais tenso e acalorado o sentimento nacionalista e religioso do povo judeu, acercando-se do grande levante, tanto mais incapaz ele ficava de fazer ponderações tranquilas e justas. Veredictos radicais como “traidor”, “inimigo do povo” eram acolhidos com paixão e incendiavam o ódio. E o “Acaba com ele!” não se restringia a desejo e gritaria. Levavam isso dura e fanaticamente a sério. Devido o fracasso do Sinédrio no caso, a decisão é agir por conta própria. Mais de quarenta homens fazem o juramento de que serão malditos se comerem ou beberem algo antes de terem assassinado Paulo. Contudo, como chegar a ele? Muito simples: o próprio comandante deseja decifrar qual é o problema com esse Paulo. Por isso lhe prometem uma segunda reunião do Sinédrio, melhor organizada, para investigar a questão. Pedem que envie Paulo a essa reunião. No curto trajeto romperiam inesperadamente pela fileira de soldados que escoltam Paulo, apunhalando-o. Ainda que um ou outro deles sucumba ao golpe de uma espada romana, os sicários também são capazes de morrer, desde que libertem Israel de uma mácula dessas. Naturalmente é necessário que para isso se obtenha a ajuda do Sinédrio, que precisa dirigir-se ao tribuno. Em geral os saduceus, simpatizantes dos romanos, não aprovavam as ações dos sicários, o homicídio direto contrariava toda a sua maneira “refinada” e “civilizada”. No entanto, eles mesmos ficariam de fora da ação. O homicídio aconteceria “antes que Paulo chegue” até vocês. Também eles alimentavam ódio contra Paulo. Por isso, concordam com o plano, ainda mais que era pouco sábio opor-se aos terroristas.
O plano foi elaborado com astúcia e representava um perigo mortal para Paulo. Contudo Deus é capaz de proteger seus mensageiros. Quando quarenta fanáticos fazem um juramento, não é possível manter sua decisão em segredo. O filho de uma irmã de Paulo fica sabendo do atentado e procura relatar a Paulo. Paulo tem permissão de receber a visita do sobrinho. Logo após um dos centuriões leva o jovem até o tribuno. O comandante teve transtornos de sobra com esse estranho prisioneiro e decide transferi-lo imediatamente ao governador em Cesaréia, que é o único competente para tomar uma decisão nessa questão confusa.

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