Pular para o conteúdo principal

CRISTO COMO MEIO E FIM

Por John Piper

Versículo do dia: Estou crucificado com Cristo; logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim. (Gálatas 2.19-20)

Por que Deus criou o universo, e por que ele o governa do modo como o faz? O que Deus está realizando? Jesus Cristo é um meio para esse propósito ou o fim desse propósito?

Jesus Cristo é a suprema revelação de Deus. Ele é Deus em forma humana. Como tal, ele é o fim, não um meio.

A manifestação da glória de Deus é o sentido do universo. Isso é o que Deus está realizando. Os céus e a história do mundo estão “proclamando a glória de Deus”.

Porém, Jesus Cristo foi enviado para realizar algo que precisava ser feito. Ele veio para remediar a queda. Ele veio para salvar os pecadores da inevitável destruição por causa do pecado deles. Esses redimidos verão, provarão e evidenciarão a glória de Deus com alegria eterna.

Outros continuarão a desprezar a glória de Deus. Portanto, Jesus Cristo é o meio para o que Deus quis realizar na manifestação da sua glória para o deleite do seu povo.

Mas, na consumação na cruz, enquanto morria pelos pecadores, Cristo revelou supremamente o amor e a justiça do Pai. Esse foi o ápice da revelação da glória de Deus: a glória da sua graça.

Portanto, no exato momento de seu ato perfeito como o meio do propósito de Deus, Jesus se tornou o fim desse propósito. Ao morrer no lugar dos pecadores e ao ressuscitar para a vida deles, ele se tornou a revelação central e suprema da glória de Deus.

Assim, Cristo crucificado é o meio e o fim do propósito de Deus no universo.

Sem a sua obra, esse fim de revelar a plenitude da glória de Deus para o deleite do povo de Deus não teria acontecido.

E enquanto agia como meio, ele se tornou o fim — aquele que para todo o sempre será o foco da nossa adoração, enquanto passarmos a eternidade vendo e provando cada vez mais do que ele revelou de Deus quando se tornou uma maldição por nós.

Jesus é o fim pelo qual o universo foi criado e o meio que torna esse fim possível de ser desfrutado.

Por: John Piper.
Fonte: http://voltemosaoevangelho.com/blog
#DefensordoEvangelhoOficial

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

LÍNGUAS DOS ANJOS? O QUE É? EXISTE MESMO?

LÍNGUAS DOS ANJOS? O QUE É? EXISTE MESMO? Muito se discute a respeito de um tal de linguas dos anjos, alguns chegam a afirmar que a lingua dos anjos são as línguas faladas nos círculos pentecostais de hoje "os famosos labaxurias decantarabias" mas será? O texto que me intriga muito é 1 Coríntios 13:1, onde Paulo fala a respeito das línguas dos anjos. Mas afinal, que línguas são essas? Seria esse falar em línguas que vemos muitas pessoas falando nas igrejas e que não entendemos muito bem? (1) O texto em suma é este: “Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine” (1Coríntios 13:1). A primeira coisa a se compreender sobre esse texto é que a Bíblia em nenhum momento menciona que existam línguas (idiomas) especiais que os anjos falam. Sempre que anjos são mencionados conversando com p...

UM CORAÇÃO QUE AMA A PALAVRA DE DEUS

UM CORAÇÃO QUE AMA A PALAVRA DE DEUS “Como mulheres segundo o coração de Deus, queremos crescer em Cristo; mas assim como qualquer tipo de planta, precisamos cultivar um sistema de raíz saudável e poderoso. O desejo do nosso coração é… Florescer…e não fracassar germinar…e não morrer florir…e não murchar Portanto, devemos nos dedicar a desenvolver um sistema de raízes que esteja profundamente firmado no Senhor e na Sua Palavra. Devemos, de maneira voluntária e resoluta, dedicar tempo para a Palavra de Deus – lendo-a, apreciando-a, e (acima de tudo) seguindo-a. Esta prática fará toda a diferença na sua vida, e na minha também! (…) Onde um sistema de raízes eficaz cresce? Sabemos a resposta, não é mesmo? Ele cresce no subsolo. (…) Geralmente nós entendemos tudo ao contrário! Achamos que a vida cristã é feita de...

DIFERENÇAS ENTRE O BATISMO INFANTIL PRESBITERIANO E O BATISMO INFANTIL DA IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA

DIFERENÇAS ENTRE O BATISMO INFANTIL PRESBITERIANO E O BATISMO INFANTIL DA IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA.  A Igreja Presbiteriana do Brasil aplica o batismo infantil aos filhos dos crentes. Mas, a sua base bíblica e teológica difere dos argumentos usados pelos católicos romanos sobre a mesma prática.  Primeiro, o batismo infantil presbiteriano não regenera a criança batizada, mas sinaliza que os filhos dos crentes pertencem à igreja. O batismo infantil católico ele é aplicado aos bebes como uma necessidade para remover o pecado original e, portanto regenerativo ou salvador (o batismo é ex opere operato).  Segundo, o batismo infantil presbiteriano se baseia na doutrina da aliança da graça de Deus. Ele representa o relacionamento de aliança que os cristãos têm com Deus de uma maneira análoga à circuncisão sob a Antiga Aliança.  Como os hebreus trouxeram seus filhos para a circuncisão para simbolizar sua participação no povo da aliança, os cristãos trazem seus filhos...