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HERESIAS MAIS FREQUENTES NAS IGREJAS ATUAIS.
PROFETISMO SEM BÍBLIA: Escutamos frequentemente: “Eu profetizo!”; “Profetize pra seu irmão”. A Bíblia ensina que a profecia não depende do “EU” querer: “… porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirado pelo Espírito Santo”. (2Pe 1:21). É bom observarmos que os homens santos de Deus também não usaram essa frase; ao contrário, quando profetizaram, disseram: “Assim veio a mim a palavra do Senhor…” (Jr 1.4); “Assim diz o Senhor…” (Jr 2.5; Is 56:1; 66.1); “Ouví a palavra do Senhor…” (Jr 2.4); “E veio a mim a palavra do Senhor” (…) “disse o Espírito Santo…” (At 13:2);
"PROFETAS", " APÓSTOLOS" E "VASOS" : Alguns dizem que existe um sentido oculto que só pode ser alcançado pelas pessoas especiais. Os ouvintes convidam e moldam os seus próprios pregadores. Se as pessoas desejam um bezerro de ouro para adorar, o ministro que fabrica bezerros‟ logo é encontrado” – John MacArthur Jr.
USO DE CHAVÕES: Chavões tais como: “Eu declaro”, “Eu ordeno”, “Eu profetizo”, “Eu decreto”, são pronunciados sem a menor reflexão ou sentido de responsabilidade. Os crentes e, infelizmente, muitos líderes, comportam-se como se fossem Deus; colocam o “EU” na frente e soltam palavras que não fazem parte das alianças divinas, das promessas divinas, dos oráculos divinos, dos estatutos divinos, da graça divina, da misericórdia divina, do amor divino. Falam da forma como Deus não mandou falar, declaram o que Deus não mandou declarar. “Eu declaro”, “Eu ordeno”, “Eu profetizo”, “Eu determino” são expressões despidas da espiritualidade ensinada na palavra de Deus; são frases que revelam a altivez do coração humano, são palavras que, por não terem respaldo bíblico, não mudam situação alguma. .
FALSIFICAÇÃO DOS DONS ESPIRITUAIS: É “fogo estranho”. Levítico 9:1-24; 10:1-3. Podem-se encontrar incensários à venda, fogo em pacotinhos, se você quiser. Ninguém faz esta avaliação, ninguém pondera sobre estes sistemas, ninguém questiona nada, o que interessa é fazer o povo feliz e deter o controle e o poder. Que tipo de espiritualidade nós queremos? – Gl 3:3.
Fala-se hoje de “Tapete de Fogo”; “Metralhadora do Espírito”; “Granada do Espírito”; “Vassoura de Fogo”; “Unção do Riso”; “Cola do Espírito Santo”.
USO DE AMULETOS: Um amuleto é um objeto de superstição.
O uso dos elementos mágicos dos cultos e das superstições populares do Brasil, entre eles o sal grosso, rosa ungida, água ungida, fitas e pulseiras , Água e outros objetos de Israel.
Ao aceitarmos o senhorio de Jesus, recebemos o Espírito Santo (1Co 6.19 Ef 1.13); nossos pecados são perdoados (At 10.43; Rm 4.6-8); somos recebidos como filhos de Deus (Jo 1.12); somos filhos, logo somos também herdeiros de Deus e co-herdeiros de Cristo (Rm 8.17); passamos da morte espiritual para a vida espiritual (1Jo 3.14); somos novas criaturas (2Co 5.17); o Diabo se afasta e não nos toca (Tg 4.7; 1Jo 5.18); não estamos mais sujeitos às maldições (Jo 8.32,36); a salvação nos leva a um relacionamento pessoal com nosso Pai e com Jesus como Senhor e Salvador (Mt 6.9; Jo 14.18-23); estamos livres da ira vindoura (Rm 5.9; 1Tss 1.10; 4.16-17; Ap 3.10)
DIFERENÇAS ENTRE O BATISMO INFANTIL PRESBITERIANO E O BATISMO INFANTIL DA IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA
DIFERENÇAS ENTRE O BATISMO INFANTIL PRESBITERIANO E O BATISMO INFANTIL DA IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA. A Igreja Presbiteriana do Brasil aplica o batismo infantil aos filhos dos crentes. Mas, a sua base bíblica e teológica difere dos argumentos usados pelos católicos romanos sobre a mesma prática. Primeiro, o batismo infantil presbiteriano não regenera a criança batizada, mas sinaliza que os filhos dos crentes pertencem à igreja. O batismo infantil católico ele é aplicado aos bebes como uma necessidade para remover o pecado original e, portanto regenerativo ou salvador (o batismo é ex opere operato). Segundo, o batismo infantil presbiteriano se baseia na doutrina da aliança da graça de Deus. Ele representa o relacionamento de aliança que os cristãos têm com Deus de uma maneira análoga à circuncisão sob a Antiga Aliança. Como os hebreus trouxeram seus filhos para a circuncisão para simbolizar sua participação no povo da aliança, os cristãos trazem seus filhos...
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